Inteligência Artificial: como ela agrega valor ao seu negócio e aos seus clientes

A inovação é o que ajuda as pessoas a viverem melhor. A tecnologia possibilita novas oportunidades e faz com que as empresas desenvolvam novos produtos e serviços. Inovação e tecnologia, juntas, possibilitaram a Inteligência Artificial (IA), que faz com que máquinas aprendam com experiências, se ajustem e se adaptem a novos dados, além de serem capazes de performar com exatidão em tarefas cotidianas.

A ideia de Inteligência Artificial é relativamente antiga. Nasceu por volta da década de 50, e posterior a ela a ideia de aprendizagem de máquina – ou Machine Learning – por volta da década de 60. 

Como toda a história da evolução humana, onde há problema, ali existem pessoas procurando soluções. A IA surgiu da necessidade de descobrir resoluções de problemas e métodos simbólicos. 

Depois disso, o Departamento de Defesa dos EUA começou a treinar computadores para imitar o raciocínio básico humano. A Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) conseguiu, através da IA, mapear ruas nos anos 70 e, bem antes de conhecermos a Siri, já haviam sido criados assistentes pessoais inteligentes. 

Porém, naquela época, os recursos computacionais não eram tão avançados e a quantidade de dados não era tão grande e disponível para realizar 100% da prática desses conceitos. 

Foram esses primeiros pequenos passos que construíram essa trajetória sólida para o raciocínio formal e a automação que hoje conhecemos nos computadores – sistemas de apoio à decisão e sistemas de pesquisa inteligentes que potencializam a capacidade humana.

A Inteligência Artificial é uma subárea da ciência da computação e mesmo assim é bem ampla. Ela é uma tecnologia que tem o propósito de simular o processo humano para tomada de decisões. Isso se dá através de vários dados e suas previsões podem ser feitas através de machine learning, redes neurais e outras técnicas. 

Os principais conceitos da Inteligência Artificial

Antes de você saber como a IA agrega valor ao seus negócios e aos negócios dos seus clientes, é preciso entender alguns dos principais conceitos que estão envolvidos nestes processos.

Para isso, conversei com o Gestor do Núcleo de Tecnologia da Informação da Universidade Federal de Santa Maria, unidade de Palmeira das Missões, Heitor Scalco Neto. Ele elencou e descreveu os principais conceitos a seguir:

Big Data 

O termo “Big Data” pode ser entendido como a capacidade de analisar uma enorme quantidade de dados, com objetivo de obter informações importantes sobre um negócio ou situação. Essas informações muitas vezes são impossíveis de serem extraídas com uma quantidade reduzida de dados.

A aplicação de Big Data tem um grande potencial e ignorá-la pode ser um erro, visto que com a enorme quantidade de dados disponíveis podemos prever tendências e mudanças no mercado, comportamento de compra dos clientes e, até mesmo, a efetividade das suas campanhas de marketing. Exemplos de aplicações envolvendo Big Data podem ser:

          – Identificar falhas de produção em tempo real;

         – Criar anúncios baseados no histórico de compra dos clientes;

         – Acusar fraudes (Ex.: Cartões de crédito);

         – Identificar performance anormal de indicadores de gestão;

         – Alertar gestores sobre previsões financeiras.

A Netflix, por exemplo, gera um histórico de utilização dos seus clientes. Com o passar do tempo, ela já tem dados suficientes para criar modelos preditivos para novos produtos e serviços, classificando os principais atributos de produtos ou serviços passados. Com informações como: público-alvo, preferência de gênero e duração média dos episódios assistidos, fica fácil para a Netflix saber como será a sua próxima série ou filme lançado.

Machine Learning

Já a técnica de Machine Learning ou, no português, Aprendizado de Máquina, utiliza conjuntos de dados (assim como o Big Data) para ensinar a máquina padrões existentes nesses dados. Por exemplo, posso ensinar a uma máquina qual é o padrão de qualidade de um produto que sai da linha de produção. Com isso, automaticamente posso descartar produtos defeituosos, melhorando assim a qualidade de entrega aos clientes.

Quando falamos de Machine Learning a regra é: quanto mais dados sobre determinada situação eu tiver, melhor. É por esse motivo que Big Data pode ser muito bem utilizado com Machine Learning.

O aprendizado de máquina é feito, geralmente, por regressões matemáticas, onde todas as amostras de dados são apresentadas e testadas incansavelmente, até que um padrão seja estabelecido. Porém, existem também outras formas de aprendizado. Modelos de classificação, por exemplo, são frequentemente utilizados. 

Deep Learning 

Deep Learning pode ser entendido como um subgrupo de Machine Learning, já que utiliza uma técnica de Machine Learning chamada Redes Neurais Artificiais. Essa técnica tenta imitar o comportamento do cérebro humano, formando uma rede de neurônios com várias “sinapses”. Conforme a imagem abaixo, as informações X0, X1, X2 … Xn, entram em todos os neurônios. Em cada neurônio é formado um coeficiente de peso que aquela informação. 

Quanto maior peso uma informação tiver, mais relevante ela é para que o resultado seja alcançado. Após todos os dados passarem repetidas vezes por este processo, um padrão é estabelecido.

Fonte da imagem: https://bit.ly/2VwDBNo

 

 NLP 

O Natural Language Processing ou, no português, Processamento de Linguagem Natural, é uma técnica de Inteligência Artificial que tem como objetivo fazer as máquinas entenderem a linguagem dos seres humanos. Essa compreensão da linguagem está relacionada ao reconhecimento do contexto, análise sintática, semântica e morfológica (assim como as sugestões de correção do Microsoft Word), fazer resumos, interpretar os sentidos, analisar sentimentos e aprender conceitos.

Esse tipo de técnica é utilizada, por exemplo, ao fazer um pedido para os equipamentos de automação, assim como Alexa e Apple Home.

As principais soluções práticas de IA nas empresas

Utilizar Inteligência Artificial é um caminho sem volta. O leque de oportunidades existentes com a implementação de IA nos negócios é amplo. Segundo Heitor Scalco Neto, ela é tão importante para as empresas pois representa a melhora contínua dos seus processos.

“A empresa pode oferecer melhores recomendações de produtos para os clientes, automação dos atendimentos via chat bots, detecção de falhas de produção, detecção de comportamento anômalo de funcionários e até mesmo previsões de vendas para os próximos anos, considerando possíveis crises econômicas”, afirma.

Por fim, a criação de sistemas de recomendação com Inteligência Artificial pode ser um excelente ponto de referência para gestores de todas as áreas, desde a área de vendas até o chão de fábrica.

Existem vários cases de sucesso com a implementação de IA em empresas, como por exemplo:

  • Automação de atendimento ao cliente (Chat Bots);

  • Sistemas de recomendação (compra e venda de ações);

  • Segurança da Informação (Firewalls e Detectores de Intrusão Inteligentes);

  • Definição de estratégia de vendas e marketing baseado no perfil dos clientes;

A implementação desses cases permitiu que as empresas pudessem definir as melhores estratégias para a gestão e planejamentos futuros.

Categorizando a Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial pode ser categorizada em três tipos teóricos importantes. São eles:

Inteligência cognitiva: É um conceito mais avançado do que a Inteligência Artificial. As técnicas de IA aprendem um padrão e seguem aquele mesmo padrão, até que um novo treinamento da técnica seja realizado. No caso da inteligência cognitiva é um pouco diferente. Além da técnica aprender padrões, ela tem capacidade de agir com base no aprendizado e raciocínio, sendo capaz de fazer deduções e ampliar conhecimentos. Como exemplo de aplicação, podemos citar um sistema que gerencia a frota de uma empresa, podendo solicitar o agendamento da manutenção preventiva, prever problemas e solicitar peças automaticamente.

Inteligência emocional: A Inteligência Artificial Emocional é a capacidade da tecnologia reconhecer emoções nos seres humanos. A partir da imagem do rosto das pessoas, é possível reconhecer emoções como: raiva, temor, desejo, alegria, medo, ódio, amor, entre outros. Esse tipo de aplicação tem sido muito utilizada em videogames, diagnóstico médico, educação, segurança automotiva e recrutamento de pessoal.

Inteligência humanizada: A Inteligência Humanizada traz com ela a inteligência social, que tem autoconsciência e é adaptável. Porém, ainda estamos muito longe dela. Conseguimos copiar os aspectos cognitivos e até mesmo emocionais do ser humano, mas ainda não conseguimos tornar robôs, humanos.

Para facilitar, vamos dar um exemplo: pense num robô, programado para executar uma atividade definida e repetitiva em uma linha de montagem. Podemos dizer que esse sistema automatizado possui uma IA fraca, pois apenas realiza as ações que estavam programadas.

Por mais que o robô tenha algumas opções automatizadas para casos de erros, baseados em seus sensores, ele não pensa e não consegue tomar uma decisão que não tenha sido programada. Por outro lado, uma IA forte sugere um sistema que consegue perceber o ambiente e é capaz de generalizar tomando uma ação não premeditada. Nesse caso esse sistema foi treinado para isso.

Com tudo que falamos aqui, fica claro que o objetivo da Inteligência Artificial é fornecer softwares que raciocinem sobre entradas e justifiquem saída de dados. Ela possibilita interações quase humanas, e, mais do que isso, serve de apoio para tarefas específicas e soluções cotidianas.  Quer saber mais? Envie uma mensagem para a gente e saiba mais sobre como levar essa metodologia de trabalho para a sua empresa.

O que é DevOps, quais os seus benefícios e como implementar essa técnica no seu negócio

Não é novidade que as áreas de TI são cada vez mais importantes para as empresas, uma vez que são fundamentais para responder a alta demanda dos consumidores por produtos digitais e a exigência constante de eficiência operacional para a sobrevivência no mercado atual. De acordo com a previsão do Gartner, os investimentos globais em tecnologia da informação devem somar US$ 3,9 trilhões em 2020.

Porém, além de investimentos, essa área precisa de agilidade, processos bem definidos, boa comunicação e a possibilidade de inovar para criar novas soluções para o mercado. Nessa perspectiva, a implementação de práticas e ferramentas DevOps nas organizações é fundamental para alcançar essas exigências e garantir excelência plena tanto para a área de desenvolvimento quanto para a de infraestrutura de software.

Para você entender melhor o que é DevOps, os benefícios para o negócio e como implantá-lo, reuni uma série de informações neste artigo para que a sua organização utilize dessa técnica para fazer as transformações que o futuro exige acontecerem.

O que é DevOps

Como o próprio nome já diz, o DevOps objetiva quebrar a separação entre Desenvolvimento e Operações, reunindo essas duas áreas da TI em uma só. Na prática, ele é um conjunto de práticas e ferramentas adotadas por desenvolvedores e profissionais da infraestrutura de software para ter mais agilidade, segurança, estabilidade e inovação em cada entrega, proporcionando mais confiabilidade aos serviços.

Em uma cultura tradicional, assim que a equipe de desenvolvimento termina o código em si de um determinado software, ela utiliza uma parte grande do seu tempo com processos secundários e de versionamento, que incluem testes e build, para só então encaminhar o projeto ao time de infraestrutura. Esse, por sua vez, precisa realizar o deploy e disponibilizar esse software em um servidor. Esse é fluxo de trabalho muito linear em muitos casos aumenta o tempo de entrega e abre margem para erros de programação e falhas de execução do software.

Com o DevOps, todos os processos são integrados, de modo que o desenvolvimento executa sua parte do software visando facilitar o trabalho da área de operações. Além disso, várias atividades manuais que tomam um tempo preciso da equipe são realizadas por ferramentas de automação.

Qual a importância de implementar DevOps no seu negócio? 

Antes de mais nada, é importante destacar que agilidade e inovação não servem mais como um mero diferencial. Elas são imperativas no mercado e empresas que não tiverem essas características não sobreviverão ao futuro. Com a tecnologia modificando a forma como fazemos negócios, qualquer empresa precisa dessas qualidades em sua área de TI.

A cultura DevOps é uma das chaves para construir essas características, uma vez que agrega inúmeros benefícios às rotinas de produção de software e, por consequência, aumenta a qualidade de cada entrega. Confira alguns motivos para implementar essa técnica no seu negócio:

Exigência de mercado

Muitas grandes empresas já perceberam a necessidade de adotar essa forma de trabalho na sua área de tecnologia. De acordo como a IDC, o mercado global de ferramentas para DevOps atingiu a marca de US$ 5,2 bilhões em 2018, valor que deve subir para US$ 15 bilhões em até 2023. Além disso, um estudo divulgado pelo Fórum Econômico Mundial aponta a Engenharia da Computação com foco em DevOps como uma das 96 profissões emergentes mais promissoras dos próximos anos, revelando o interesse cada vez maior das companhias nesses profissionais.

DevOps aumenta a capacidade de uma empresa se reinventar constantemente e focar mais em seu core business, já que a preocupação com processos é reduzida. Assim, empresas que não adotarem esse modelo podem ficar para trás dos concorrentes em termos de rapidez e qualidade de entrega, lançamento de produtos digitais e operações internas.

Mais agilidade de entrega 

Com um alinhamento mais preciso entre os times de desenvolvimento e infraestrutura, eles podem trabalhar facilitando as atividades um do outro. Além disso, o uso de ferramentas de automação específicas para DevOps reduz significativamente o tempo gasto em atividades de versionamento e deploy. Com a necessidade constante de adaptação por conta do mercado atual, essa agilidade é especialmente valiosa para a produção de MVPs e de suas atualizações posteriores.

Liberdade de inovação para a equipe 

Com DevOps, os profissionais ficam mais livres para exercitar sua criatividade em cada entrega, garantindo softwares diferenciados e com scripts de melhor qualidade. Como uma parte importante dos processos de versionamento do software é realizada por automação, há mais tempo para criar soluções arrojadas. Além disso, com a infraestrutura acompanhando o desenvolvimento do software e com os desenvolvedores mais próximos de sua operação, essas novas ideias podem ser criadas com mais segurança, minimizando falhas.  

Menor possibilidade de falha humana 

Apesar da evolução de tecnologias como IA e Machine Learning, há habilidades humanas como criatividade e improvisação que as máquinas estão longe de alcançar. Entretanto, elas possuem habilidades matemáticas mais precisas. Com ferramentas de automação, atividades repetitivas, como testes e build, possuem mais confiabilidade, uma vez que não correm o risco de erros causados por desatenção, cansaço ou falha de comunicação entre os profissionais responsáveis. Além disso, caso ocorra algum desses erros, o tempo de ação para correção dele é muito mais rápido. 

Como implementar a cultura DevOps na sua empresa?

Assim como muitas outras mudanças necessárias para a transformação das empresas, a implementação de DevOps depende de muitos estudos, decisões e investimentos. Por isso, a implementação dessa cultura depende de criação de uma cultura, processos bem definidos em desenvolvimento e infraestrutura, além de um bom ambiente de trabalho. 

Confira algumas dicas que separamos para adotar esse modelo a sua área de TI:

Processos bem definidos 

Para realizar a implantação do DevOps, é fundamental ter processos bem definidos, tanto da área de desenvolvimento quanto de infraestrutura. Assim, é necessário fazer um estudo profundo desses processos e da rotina profissional da TI da sua empresa para assim identificar quais atividades podem ser automatizadas através de ferramentas.

Ambiente de trabalho seguro

De acordo com o relatório Accelerate State of DevOps de 2019, produzido pelo Google Cloud e pela Dora, desenvolver um ambiente de trabalho psicologicamente seguro, utilizar sistemas para monitorar a motivação e o nível de estresse dos profissionais e balancear demandas para proporcionar equilíbrio entre trabalho e vida pessoal são algumas das chaves para uma cultura que favorece o alinhamento entre desenvolvimento e operações e garantem mais produtividade através do modelo DevOps.  

Ferramentas de automação

Embora insuficiente sem a adoção do mindset e cultura necessários ao DevOps, a tecnologia é fundamental para implementar essa forma de trabalho na área de TI da sua empresa. Por isso, considere as necessidades do seu time e contrate as ferramentas de automação que revolvam melhor a essas questões. Algumas das nossas sugestões são:

Ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre DevOps? Envie uma mensagem para a gente e saiba mais sobre como levar essa metodologia de trabalho para a sua empresa.

IA: como essa tecnologia está transformando o mercado de seguros

As seguradoras carregam o estereótipo ligado a burocracia e a demora para adotar novas tecnologias. Entretanto, com a chegada das Insurtechs e a proposta de simplificar e agilizar essa indústria por meio de inovação, as seguradoras tradicionais precisam adotar essas técnicas para seguir competindo no mercado. De acordo com a Raconteur, 86% das seguradoras investem pesado em inovação acelerada como diferencial competitivo. É o caso da Inteligência Artificial, ou IA, que cada vez mais é utilizada nesse mercado para identificar fraudes, melhorar a experiência do usuário e muito mais.

Por isso, preparamos este artigo com uma série de cases interessantes do uso dessa tecnologia na indústria de seguros, reunidos pela Raconteur. Confira!

A IA do app da Lemonade

Lemonade é uma companhia de seguros que propõe uma experiência de seguro rápida, acessível e sem complicações. Com um modelo de negócios baseados em taxas fixas e resseguro, a empresa usa a IA como base para várias operações.

Assim que você acessa o aplicativo, um chatbot chamado Maya gera uma proposta personalizada em apenas 90 segundos. Caso você sofra um sinistro, fala com Jim, outro chatbot, que analisa as reclamações e as executa através de 18 algoritmos antifraude. 

Indenizações simples são pagas em segundos e apenas casos complexos passam por análise de uma equipe humana. Conforme a empresa, essa agilidade é essencial principalmente para clientes que se incomodam com a burocracia dos processos tradicionais.

O aprendizado constante da IA da Omni:us

Omni:us é uma empresa que presta serviços de inteligência artificial tanto para seguradoras tradicionais quanto Insurtechs. A tecnologia desenvolvida pela companhia digitaliza e analisa documentos complexos para otimizar o processo de tratamento de reclamações e cotação das apólices.  

Depois de classificar os documentos recebidos e atribuí-los a pilhas virtuais, por exemplo, faturas de saúde, faturas de reparo de automóveis ou relatórios de roubo, a IA extrai todos os dados valiosos, examina-os e os repassa à seguradora.

Conforme a Omni:us, o sistema consegue manter um fluxo de aprendizado baseado nos dados, armazenando conhecimento adquirido ao resolver um problema e aplicando-o a um problema diferente, mas relacionado.

O combate às fraudes de seguros através de IA

De acordo com a CNseg, as fraudes de seguros no Brasil custaram R$ 723,2 milhões às empresas em 2018. Combater essas fraudes é essencial para reduzir o impacto financeiro às seguradoras e, consequentemente, oferecer preços melhores aos segurados. Para isso, as companhias de seguros estão recorrendo à inteligência artificial.

Hanzo, empresa de monitoramento digital, conta com um serviço de análise das redes sociais em busca de indícios de fraudes. Uma pessoa postando fotos esquiando logo após reclamar seguro de acidentes pessoais, por exemplo, terá o pedido detectado como suspeito pelo sistema e encaminhado para uma análise mais profunda.

Assim, as companhias podem ser mais assertivas em quais casos vale a pena se preocupar e não gastar tempo e energia das equipes responsáveis com avisos de sinistros que não possuem irregularidades. 

Você já conhecia alguma dessas aplicações da Inteligência artificial no mercado de seguros? Conte para a gente nos comentários.