Grupo Viceri: conheça o Código de Cultura da empresa

Código de Cultura da empresa representa sua essência: quais são seus valores, crenças, metodologia e todos os outros aspectos importantes. O desenvolvimento desse código estabelece um padrão para avaliação de desempenho, critérios de seleção, o caminho pelo qual a organização deve seguir e que objetivos almeja alcançar.

Dentro do Grupo Viceri, desenvolvemos soluções em tecnologia da informação sob medida, pois acreditamos que não basta estabelecer o que seria uma cultura inspiradora, mas sim alinhar e desenvolver as qualidades e ideias já existentes, formalizando-as em um código sólido.

Com mais de 25 anos de experiência nesse mercado, desenvolvemos produtos que potencializam negócios e impulsionamos ideias inovadoras por meio de startups. Todo esse tempo nos permitiu a formação de uma equipe multidisciplinar, com experiência em clientes globais e que procura constantemente pelo aperfeiçoamento.

Para conhecer melhor a nossa mentalidade, confira os doze principais pontos na cultura da empresa.

Meritocracy & Happiness
O grupo Viceri preza pelo reconhecimento e remuneração de ações que geram bons resultados para o negócio. Vivemos em um ambiente de constante busca por conhecimento!

Open-minded
procura por inovação não deve ser limitada ao tangível. Incentivamos a ampliação de conhecimentos sem qualquer restrição de ações! Pensar fora da caixa é nosso forte.

Growth and Learning
Encaramos o desenvolvimento profissional de nossos funcionários como um pilar corporativo. Uma das preocupações da Viceri é preparar um cenário onde o crescimento de cada integrante seja levado em consideração, de forma a beneficiar todo o time.

Creativity
Nossa equipe é multidisciplinar, e tem a capacidade de criar, produzir e inventar alternativas. Lidar com obstáculos inesperados faz parte da nossa rotina, e nunca seguimos pelo caminho mais fácil.

Challenge and flow
Enxergamos desafios como metas, independente da dificuldade apresentada diante do time. Ultrapassar obstáculos e barreiras é a nossa motivação diária. Cada novo processo é visto como uma oportunidade para alcançar o sucesso.

Inovation
Procuramos reinventar e aprimorar aquilo que já foi realizado – por nós, ou pelo próprio mercado. Esse é o papel da Viceri: inovar com praticidade e eficiência.

Design thinking
Todos os aspectos da produção visual são pensados estrategicamente, considerando o contexto, a dor de determinada situação, sempre oferecendo resoluções para possíveis problemas.

Customer Service
A linguagem que utilizamos é pessoal e personalizada de acordo com o perfil dos nossos clientes. Temos expertise em escutar as diretrizes, identificar as falhas e propor as mudanças que tragam a solução.

Do more with less
Para entregar resultados, vamos além das ferramentas que estão ao nosso alcance. Afinal, não são apenas investimentos que geram efeito, mas sim esforços estratégicos e inovadores.

Startups
Temos um olhar crítico, de mercado, para auxiliar as startups que nos procuram. Não só investimos em boas ideias, transformamos ideias em soluções rentáveis. O Grupo Viceri se preocupa em trazer maneiras de acelerar o sucesso!

Solution
Buscar ferramentas tecnológicas que supram as necessidades dos nossos clientes e que apresentem resultados verdadeiros faz parte da cultura da empresa, assim como de todos os nossos projetos.

Customer Experience
Nossa equipe está sempre preocupada com a experiência dos clientes, em todos os projetos. Queremos nos tornar parceiros de negócios, oferecendo os serviços de Outsourcing de TI como uma extensão da nossa empresa.

Esses são os doze pontos definem a cultura da empresa, guiando todos os passos da Viceri, e garantindo a cada um de nossos clientes a execução de um trabalho assertivo, inovador e com foco nos melhores resultados. É isso que você está buscando para sua empresa? Então entre em contato conosco agora mesmo, e vamos trabalhar juntos.

Transformação Digital: os 5 maiores mitos que você precisa conhecer

Saiba quais são os principais mitos que existem sobre a Transformação Digital que impedem organizações de mudar de patamar

A tecnologia pode mudar a cultura de uma empresa gerando a Transformação Digital em todos os seus setores. Isso acontece quando o ambiente digital deixa de ser parte do negócio para se tornar o centro da empresa.

Porém, assim como qualquer quebra de paradigma, existem os mitos que podem desencorajar alguns gestores a dar este importante passo. Por isso, reunimos os 5 maiores mitos que todo o empresário ou gestor precisa saber sobre o assunto.

Mitos sobre a Transformação Digital

Neste artigo, você vai entender que trata-se de fazer com que as estratégias da empresa sejam criadas com pensamento digital. Ou seja, não adianta aplicar tecnologias e ferramentas digitais em estratégias e metodologias antigas e tradicionais do mercado offline.

#1: “É só investir em internet”

Essa é a falsa impressão que muitas pessoas têm sobre a Transformação Digital em relação a sua aplicação em uma estratégia. Ter um site bem preparado para atender seus usuários, campanhas de anúncios e email marketing não garantem uma mudança de cultura empresarial.

Até mesmo as empresas que investem em conteúdo digital devem saber que esse investimento é parte do processo, de fato, mas não define a transformação. Portanto, para transformar digitalmente a sua empresa, o ambiente virtual deve estar no centro e não apenas em parte do seu negócio.

Conforme a consultoria IDC, os investimentos nessa transformação devem chegar perto de US$ 6,3 trilhões no triênio 2018-2020. 

#2: “Isso é trabalho da área de TI”

Quem nunca escutou alguém citar a frase acima? Muitos gestores acreditam que o setor de tecnologia da informação é o único departamento que deve sofrer essa transformação. O que eles não sabem é que essa é uma responsabilidade de todos os setores e não apenas da TI. 

Por isso, a transformação digital deve começar de cima para baixo, partindo do topo da organização, onde são definidas as estratégias. Dessa forma, o gestor serve de exemplo para que as mudanças no conceito da empresa sejam aplicadas em todas as áreas.

Entretanto, cabe destacar que o departamento de TI é essencial nesse processo por dar o suporte a todas as etapas.

#3: “Só para as grandes empresas”

Mais um mito que cai por terra é o que garante que a Transformação Digital é uma exclusividade das grandes empresas. Porém, mudanças no plano de negócios, nos processos, na abordagem, metodologia e nas relações das empresas é algo que independe do seu tamanho. 

Todas as organizações de pequeno porte que efetivarem essa transformação conseguem melhorar os processos e reduzir custos.  Com isso é possível fazer investimentos visando o crescimento da empresa e evolução contínua das operações internas e das experiência entregues para os clientes.

#4: “Vai acabar com os empregos”

A tecnologia é vista como a vilã que rouba o emprego dos trabalhadores e este mito vale para a Transformação Digital também. Quem nunca escutou que a evolução da tecnologia vai transformar as funções dos colaboradores em tarefas robotizadas?

É verdade que a Inteligência Artificial está cada vez mais presente, mas é preciso pessoas capazes de lidar com ela. Ou seja, a tecnologia chega para reduzir o trabalho repetitivo, melhorar processos e resultados da empresa.

Dessa forma, a transformação digital não está acontecendo para substituir o trabalho humano, mas sim, para libertar o potencial das pessoas através da tecnologia.

#5: “É só uma fase”

Não, não é. Implementar a Transformação Digital é só o começo da viagem pelo ambiente digital. Isto é, estamos tratando de um processo contínuo onde é necessário avaliações constantes sobre a realidade da empresa.

Além disso, os consumidores estão cada dia mais digitais e mais exigentes com relação a agilidade de atendimento e qualidade da experiência. Conforme levantamento da SiriusDecisons, 67% da jornada do comprador agora é feita digitalmente. Se sua empresa não tiver presença nos meios digitais, ela não atingirá o consumidor que estiver nessa jornada. 

Não é mais possível atingir níveis de eficiência nesse sentido sem a transformação digital. A partir de uma avaliação precisa sobre cada cenário é possível melhorar a operação em todos os setores. 

E então, você já havia ouvido algum dos mitos acima? Conte para gente pelos comentários!

Qualidade de vida no trabalho certificada pela Great Place to Work

O mês de julho trouxe uma conquista importante para a nossa empresa. Fomos certificados como um excelente local para trabalhar pela Great Place to Work, uma das maiores consultorias do tema. Nossa média final foi de 86! Muito obrigado a todo o nosso time por trabalharem juntos para atingirmos esse resultado!

Um ambiente saudável e que favorece a liderança, a inovação e o mindset criativo sempre foi um dos pontos fortes da nossa cultura! Para entender um pouco melhor a importância disso, veja o que significam os resultados e como cada um deles está presente nas nossas carreiras em TI.

Sobre a Great Place to Work

A Great Place to Work (GPTW) é a empresa mais respeitada de consultoria que certifica e orienta empresas que desejam ser as melhores em qualidade de vida no trabalho, tornando-a um diferencial de negócios.

Imparcialidade e igualdade

Fomos muito bem conceituados nos quesitos de imparcialidade e igualdade. Aqui, as pessoas se sentem acolhidas independentemente de etnia, idade, gênero e orientação sexual.

Respeito ao colaborador

Aqui na Viceri, as pessoas são ouvidas. Nosso ambiente de trabalho promove a colaboração, discussões saudáveis e as portas da liderança sempre estão abertas para o diálogo. Trabalhamos todos os dias para que cada colaborador receba os recursos necessários e tenha um ambiente descontraído para realizar seus projetos.

Camaradagem e Espírito de equipe

Na categoria Camaradagem, nós ficamos acima da média do mercado, quase atingindo a nota máxima da Great Place to Work.

Somos uma família, trabalhamos em equipe, confiamos uns nos outros e sempre estamos dispostos a ajudar. Comemoramos eventos especiais e estimulamos a colaboração, tornando nosso ambiente de trabalho descontraído, nos sentindo sempre em casa.

Acelerando o futuro

Com a certificação, a Viceri agora está concorrendo nas categorias Mulher, Tecnologia da Informação, São Paulo e Brasil. E não termina por aqui! Nós trabalhamos todos os dias para tornar a qualidade de vida dos nossos profissionais ainda melhor!!

LGPD: Impactos e Desafios no Tratamento de Dados Sensíveis

Em meio a uma pandemia de coronavírus, outro assunto tem nos demandado uma grande atenção: muito se fala sobre a LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, e o tratamento de dados sensíveis. A preocupação vai além do prazo de adequação das empresas, mas também sobre quais as medidas os governos e instituições de saúde têm tomado para tratar dados com segurança.  

Se voltarmos um pouco no cenário, é sabido que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais foi criada por conta de interesses comerciais. Quando se começou a falar sobre a implementação da GDPR na União Europeia, já estava muito claro que os países europeus só fariam negócios e firmariam parcerias com países que também tivessem leis equivalentes e adequadas às normas de tratamentos de dados. A partir daí, os governos de fora da União Europeia começaram a tomar medidas para uma implementação mais eficiente da lei. 

No Brasil, desde 2010 já se falava sobre uma regulamentação que visasse a proteção os dados dos cidadãos. No entanto, naquela época, a preocupação era apenas com os dados que circulavam digitalmente. Vendo agora a atuação de outros países, percebemos que o Brasil já anda um tanto quanto atrasado na implementação do novo projeto. 

Se olharmos ao nosso redor, vários países da América Latina que possuem relações comerciais com a União Europeia já têm leis vigentes para a proteção de dados pessoais. O fato é que a LGPD é uma legislação essencial para a manutenção das relações internacionais, mesmo que de certa forma os titulares dos dados estejam protegidos por outras leis que já estão em vigor, como por exemplo o Código de Defesa do Consumidor

No entanto, temos que considerar que a possibilidade de abusos no uso destes dados ainda é muito grande. As instituições pecam pois não apresentam clareza e propósito para a captação e utilização dos dados dos titulares. A circulação de dados sem controle ainda é muito grande e as notícias de vazamentos de dados são cada vez mais constantes. E em um panorama como o atual, em um momento de crise na saúde mundial, a segurança de dados sensíveis é de máxima importância.  

Quer saber mais sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados? Acesse o nosso whitepaper especial “Tudo sobre a LGPD” e confira vários conceitos e dicas para adequar o seu negócio à nova legislação!

Dados sensíveis e o tratamento  em tempos de coronavírus 

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais entende como dado sensível as informações relacionadas a uma pessoa física, seja ela já identificada ou identificável. Pode ser considerado dado sensível: informações sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organizações religiosas, filosóficas ou políticas. Também incluem dados genéticos, dados biométricos tratados para identificar um ser humano e dados relacionados à saúde, vida sexual e orientação sexual. 

No contexto atual, em meio a uma pandemia, vários estados estão usando a geolocalização de celulares para ajudar no enfrentamento do coronavírus, fazendo um monitoramento do distanciamento social. Diante disso, muitas dúvidas começaram a surgir sobre privacidade, acesso a informações sensíveis e quais dados estão sendo coletados: por quanto tempo as informações coletadas serão retidas? Por quanto tempo esses dados coletados farão sentido? Os estabelecimentos podem exigir a coleta de dados de saúde de colaboradores e visitantes durante esse período de pandemia? 

O panorama ainda é incerto, mas vale lembrar que o cidadão é responsável por informar as autoridades sobre seu estado de saúde quando estiver sob suspeita de qualquer doença que exija quarentena. No entanto, é preciso que o estado tome os devidos cuidados na forma da abordagem e tratamento destas informações. Estes dados não devem ficar expostos e devem estar em poder das autoridades apenas de forma temporária. 

Para fazer o tratamento correto dos dados, é necessário que governo e empresas sigam os princípios da LGPD, de acordo com o artigo 6º da lei, que são, de forma resumida: finalidade, adequação, necessidade, livre acesso, segurança, qualidade, transparência, prevenção, não discriminação e responsabilização. 

◼️ Leia também: Resiliência e capacidade de reimaginar os negócios: as chaves para sobreviver à crise e ao pós-crise do Coronavírus

E como fica a aplicação da LGPD? 

Em 14 de abril deste ano, o Ministério Público Federal enviou ao Congresso Nacional uma nota técnica contra o adiamento da vigência da LGPD, que foi aprovado no Senado pelo projeto de lei 1179/20. Contrário a isso, em 29 de abril o Governo Federal publicou no Diário Oficial da União uma Medida Provisória que adia a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para 3 de maio de 2021.

Alguns especialistas defendem este adiamento, pois levam em consideração as dificuldades técnicas e econômicas que as empresas estão enfrentando neste período e no longo caminho que ainda temos pela frente. Eles declaram que as empresas estão totalmente despreparadas para o começo da vigência desta lei. E, além disso, declaram que o fato da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ainda não estar em funcionamento, provoca uma certa insegurança jurídica a os todos envolvidos no processo de adequação. 

Diante de toda essa situação, vemos que a aplicação da lei também se faz necessária, visto que o home office é uma realidade por conta da pandemia e a quantidade de dados em trânsito é muito maior do que em um período normal. Além disso, a incidência de coleta de dados sensíveis está muito maior do que em outros períodos. 

No entanto, mesmo com o adiamento da lei, é importante que o trabalho para as adequações não pare, pois as ações para o cumprimento da legislação precisam do engajamento e do comprometimento das empresas e dos órgãos responsáveis. 

De qualquer forma, precisamos concordar que quanto mais tempo protelamos a aplicação da lei, mais estamos sujeitos a vazamentos de informações. E para que a transformação digital realmente aconteça no país, é necessário que a lei de segurança de dados esteja em vigor, para que o avanço seja assertivo. 

A Viceri tem um time de especialistas pronto para ajudar a sua empresa a entrar em conformidade com a nova lei de proteção de dados. Fale com a gente!