Conheça: Marcel Pratte, CEO do Grupo Viceri

No lado mais leve das coisas, perguntamos à Marcel Pratte, CEO do Grupo Viceri, o que o motiva.

O que você descreveria como sua conquista mais memorável?

Olhando para o lado profissional, foi ter fundado a Micro Mídia (atualmente Viceri) há 31 anos e estar aqui, com uma empresa sólida e inovadora no mercado. Parece fácil, mas para ser empresário no Brasil precisa ter muita paixão pelo que faz e muita resiliência. Sonhar, acreditar, inovar e se reinventar faz parte do dia a dia. Ter uma empresa é contribuir com a sociedade em muitas formas.

O que te trouxe para uma carreira em tecnologia?

Eu fiz faculdade de Análise de Sistemas e Administração e me formei em 1984. Naquela época, a informatização estava iniciando no Brasil e no mundo. Comecei minha carreira profissional na Ericcson como estagiário, trabalhei na Telesp e Proceda e logo depois já criei minha própria empresa. Eu me apaixonei pela área logo no início e depois desse tempo todo, continuo apaixonado.

Que estilo de filosofia de gestão você emprega no seu cargo atual?

Sou CEO da Viceri e há tempos temos uma empresa orgânica e, com isso, ela se torna mais rápida e se adapta com muito mais velocidade aos movimentos do mercado. Trabalhamos num modelo ágil, em que damos autonomia aos nossos funcionários e as responsabilidades e tomada de decisões são descentralizadas.

Qual você acha que é o tópico das conversas atuais sobre tecnologia?

Vou trazer o tema da Transformação Digital, o qual, nós, seres humanos, mudamos nossos hábitos e hoje temos a tecnologia como meio para quase tudo que fazemos. Em poucos anos a tecnologia mudou a cultura mundial, é uma ruptura no modelo de sociedade, igual tivemos na revolução industrial e isso aconteceu muito rápido, principalmente com a chegada da tecnologia em nuvem. As grandes empresas de tecnologia se adaptaram a essa nova forma e os custos das inovações estão cada vez mais acessíveis ao público e empresas, o que torna a velocidade do uso da tecnologia e das inovações cada vez mais rápido.

Como você lida com o estresse e relaxa fora do escritório?

Quando se tem paixão pelo que faz, você lida com o estresse de uma forma mais natural. Fora do escritório eu tenho uma vida bem balanceada, tenho uma família linda, minha esposa e minhas três filhas são fantásticas e vivemos muito bem, inclusive na pandemia. Pratico esportes e isso me ajuda muito a lidar com o estresse do dia a dia. Também tenho sempre meus momentos com amigos e família, adoro viajar e ir à praia.

Se você pudesse voltar atrás e mudar uma decisão de carreira, qual seria?

Acho que eu não mudaria nada. Já errei muito, mas isso faz parte da vida, do aprendizado. Não me arrependo de nada. Tento aprender com os erros e sempre olho para a frente. Sou um otimista nato.

O que você identifica atualmente como as principais áreas de investimento em seu setor?  

Eu acho que há várias áreas e tecnologias atualmente e tudo vai depender muito da estratégia de cada empresa. De qualquer forma, o investimento em cloud e a migração ou criação de sistemas e aplicativos em cloud é, sem dúvida, um dos principais. Para as empresas implementarem novas iniciativas de negócios e terem uma proximidade com seus ecossistemas, clientes, fornecedores, parceiros e funcionários, deverão necessariamente utilizar a computação em nuvem.  Os investimentos em APIs para integração com esse ecossistema também serão bem grandes. Outro investimento muito importante é em segurança da informação que, de acordo com o Gartner, essa é uma das cinco maiores preocupações dos CIOs.

Quais são os desafios específicos da região na implementação de novas tecnologias na América Latina?

A tecnologia se democratizou, então todos os países e empresas podem utilizá-la, porém, temos muitos desafios. Um dos mais importantes é a infraestrutura de telecomunicações, o qual podemos citar a banda de internet, que ainda é lenta e não está disponível em grande parte dos países. A conectividade é fundamental para todas as tecnologias funcionarem adequadamente, como IoT, carros autônomos no futuro, etc.

Que mudanças você viu em seu cargo no ano passado e como você acha que elas se desenvolverão nos próximos 12 meses?  

Se já estávamos tendo grandes mudanças nos cargos de liderança, a pandemia só acelerou isso. Nós, CEOs, estamos tendo que conviver com mudanças enormes e numa velocidade incrível. A adaptação do negócio ao mercado de forma rápida, para mim, é a principal mudança. Ou conduzimos a mudança ou ela será imposta a nós. A diferença nos resultados e no futuro da empresa pode ser enorme e, aqui, temos uma oportunidade de reinventar nossos negócios e crescer através da turbulência.

Que conselho você daria a alguém que aspira a uma posição de nível C em seu setor?

Primeiro é estudar muito e estar atualizado é fundamental. Segundo, é ter a mente aberta, estar aberto ao novo e ter a capacidade de se reinventar. Aceitar mudanças na carreira, passar por várias áreas, aceitar novos desafios é fundamental. Outra questão é ter paciência em sua carreira, com o imediatismo nas funções, com o desejo de mudança a todo momento, não dá tempo ao aprendizado, ao seu desenvolvimento profissional. E, por último e fundamental, é entender e saber lidar com pessoas e isso é fundamental para um C-level.

 Marcel Pratte
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